segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ser professor de dança é...



Ensinar a expressar, a demonstrar, a impor ou expor determinadas ações, pode, simplesmente, ser uma atitude global idealizada e praticada por uma grande parte da sociedade. Dançar não é uma exceção nesse todo, mas o método, a pesquisa e a técnica de aplicar a dança em si, estes sim diferenciam os mestres na arte de dançar.
O professor de dança não é aquele que chega à frente de seus alunos e, virando-se de costas para eles, enche-os de movimentos corriqueiramente repetitivos e extensos, mas aquele que demonstra e aplica, respeitando o limite de cada um e, desses limites, aperfeiçoando a criatividade que existe em cada ser humano.
Quem ministra, busca não apenas transmitir, passar seus ensinamentos adiante, busca, sobretudo, fazer com que o aprendiz demonstre que absorveu o conteúdo e, deste, faz bom uso.
Apresentar o conteúdo, teórica e metodologicamente, conforme a essência pesquisada sobre o mesmo propõe não apenas configurar um estereótipo, um conceito e prática do que se vai estudar, propõe, acima de tudo, revelar, produzir, estimular, criar a ideia de empreendedor de dança e, principalmente, pôr essa ideia em prática.
Empreender a dança, ser empreendedor na área de dança, eis um ponto culminante. Um professor de dança almeja, juntamente com o abordado anteriormente, a inovação, a novidade para o aluno. O aprendizado, a arte, a estética, o belo e o movimento assumem papel de primazia absoluta no processo e no produto, a dança como obra de arte final.
Portanto, ser professor de dança é mostrar não apenas que sabe dançar e sabe ensinar, é compartilhar, é aprender, é absorver, é questionar, é relevar e reconhecer a diversidade de aprendizagem. É, enfim, “ser um profissional criativo e capaz de gerar resultados estéticos exclusivos, reveladores de novos horizontes”.
Por Rafael Souza Ferreira

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